Em seguida, fui apresentado a um grande irmão, meu compadre, Martim, hoje guitarrista da Rosa Tattoada. Fui apresentado ao Martim por um cara chamado Ricardo Arone, vulgo Malcon, devido a enorme semelhança como Malcon Young. O Malcon, eu conheci numa escola de música onde dei aula durante sei lá, um ano talvez, chamada Cordas & Cordas, que ficava ali na Rua Sto. Antônio, bairro Bom Fim, onde tudo acontecia em Porto Alegre. A essas alturas eu tava com uns 18 anos, passei a integrar essa banda que o Malcon me convidou, chamada Código 18. A banda era: O Martin, o Malcon, eu e o Papel (batera), acho que esse último dispensa apresentações, grande batera. Mais tarde, após a saída do Malcon da banda, conheci um cara chamado Jean Paul, grande guitarrista, um dos caras mais talentosos e inspirados com quem eu já toquei e espero reencontrar em futuras gigs musicais. Com essa banda participamos do FICA, pra quem não sabe, é o festival do colégio Anchieta, depois de ganharmos, se não me engano um terceiro e honroso lugar, no ano seguinte abrimos o festival como show convidado.. Depois disso tudo, devido a uma briga entre dois dos integrantes da banda, como quase sempre acontece, cada um foi pra um lado. Essa era uma grande banda, até hoje ouço umas gravações de ensaios que tenho em fitas K-7 e vejo que as músicas eram tão boas que podiam ser re-gravadas ainda hoje. Grande banda mesmo.
Banda Código 18, Capão da Canoa (1989, talvez 90)
Da esquerda: Eu (baixo lá no queixo), Papel (atrás da bateria),
Martim e Malcon