Logo em seguida...
Ou mais ou menos ao mesmo tempo, meu irmão, o Roger pra quem não conhece, começou a tocar com uns caras, eles tinham uma banda chamada Dublê. Aí eu devia ter uns 16 anos, o Roger me convidou pra tocar com eles. Os caras eram o Roberto Arbo e o César Proença, dois caras que já tinham muita história pra contar, o Roberto tinha sido baterista do Astaroth, banda de Metal de Porto Alegre, dos anos 80 e o César, tinha tocado na Spartacus (dispensa apresentações, banda de metal de Porto Alegre, na ativa até hoje. Na real devia se chamar Marco Dimartino`s Band...Hehehe) e Drakar, banda de Hard Rock de Porto Alegre, do final dos anos80. A essas alturas o Astaroth já tinha acabado e a Drakar também. Nós, da Dublê, fazíamos um som pseudo-romântico magoadinho (sacam?). Apesar da brincadeira, as músicas eram muito boas, meu irmão, o César e o Roberto compunham muito bem, às vezes juntos, às vezes não, mas sei lá, acho que queríamos soar como Roupa Nova ou Yahoo (lembram dessa?) e conseguíamos, lógico, guardadas as devidas proporções.
Ou mais ou menos ao mesmo tempo, meu irmão, o Roger pra quem não conhece, começou a tocar com uns caras, eles tinham uma banda chamada Dublê. Aí eu devia ter uns 16 anos, o Roger me convidou pra tocar com eles. Os caras eram o Roberto Arbo e o César Proença, dois caras que já tinham muita história pra contar, o Roberto tinha sido baterista do Astaroth, banda de Metal de Porto Alegre, dos anos 80 e o César, tinha tocado na Spartacus (dispensa apresentações, banda de metal de Porto Alegre, na ativa até hoje. Na real devia se chamar Marco Dimartino`s Band...Hehehe) e Drakar, banda de Hard Rock de Porto Alegre, do final dos anos








Um comentário:
BAITA TRIO,MAS FOI MAIS UMA BANDA DE UM SHOW SÓ...HEHEHEH....BROTHER,ÓTIMO BLOG, ME LEMBROU DE ÓTIMAS HISTÓRIAS DO ANOS 80 E 90..ABRAÇO,
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