Depois fui tocar com uns parceiros de Viamão que o Cesar me apresentou, numa banda chamada Síndrome. Ali conheci uma galera que curto até hoje, o André “cascudo” Nunes, o Sílvio “coxa”, o Marcelo “crista” (ele não gostava muito do apelido), o Adriano “beludo”, o Felipe Dimartino, que gostaria muito de ser chamado só pelo sobrenome, mas tinha um irmão mais velho, o Marco, que era quem tinha essa honra, o Ângelo Primon, que assim como o César me ensinou muito, música e sobre música, sobre o que significa ser músico, querer viver disso. Enfim, essa foi uma fase que durou alguns anos da minha vida, e que apesar de ter ficado longe, não consigo deixar de lembrar de várias histórias e dos detalhes mais bizarros.

Meu Deus, que coragem publicar essa foto.
Da esquerda: Cesar, Ângelo, André, Eu, Sílvio.
Acho que é de 1988. 

3 comentários:

A Corujinha Virtual disse...

Essa foto é show de bola!

Silvio disse...

Jesuuuuuuuussssss! É de 1988, acho. A galera guardava os instrumentos dentro da cabeleira do Ângelo. (silvio) César

Everson Borges disse...

Não sei como é que tu tá falando, cesar. Olha a tua cabeleira. Não fica muito atrás. Acho que guardavamos os pedais na tua cabeleira, então! Hehehee